Estudos sobre Dança

Precisamos Guardar o coração!!!

Na bíblia, no sentido metafórico, o coração é a sede da vida espiritual e intelectual do homem, a natureza íntima da pessoa. O coração é a sede das emoções, seja de alegria (Deut.28:47) ou de dor (Jer. 4:19) de tranquilidade(Pv.14:30) e de raiva (Deut.19:6).É a sede do entendimento do conhecimento, das forças e poderes racionais (1Rs.3:12;4:29), bem como de fantasias e visões(Jer. 14:14). Do outro lado, a estultície (Pv. 10:20,21) e os maus pensamentos também operam no coração.

A vontade tem sua origem no coração, como também a intuição bem ponderada(1Rs.8:17) e a decisão que está pronta a ser colocada em vigor (Ex.36:2).

O coração dos fiéis se inclina em fidelidade à Lei de Deus(Is.51:7) e a dos ímpios é indurecido e está longe de Deus (Is.29:13). É no coração que se realiza a conversão a Deus (Sl.51:10,17 e J.12:12).

O coração representa o ego do homem (1Pe.3:4).Somente Deus pode revelar as coisasescondidas do coração do homem (1Ts.2:4). É porque a corrupção brota do coração e que Deus começa ali a sua obra de renovação (Co.2:9; At.16:14;2Co4:6). Quando o espírito faz sua morada no coração, o homem já não é escravo do pecado mas sim, um filho e herdeiro de Deus(Gla. 4:6-7).

 

Por Adriana Dutra ( Retirado da Revista Atitude Jovens 2007)

 

sexta 25 janeiro 2008 22:27 , em Estudos sobre Dança


DANÇA!

Blog de ministeriodedanca :Ministério de Dança Cristã, DANÇA!
     O quê? Você  vai   me  dizer  que  nunca  fez nenhum tipo de dança? Que não gosta de dançar?
     Depois de visitar
esta página e  ver  o  que  a dança pode  lhe  proporcionar,  se inscreva  em  uma  das atividades mais prazerosas do mundo!
     Não, você não é velho!  Sempre  é  tempo! E você não precisa ser uma  bailarina  clássica para adentrar  nesse  universo
.

Dança, em sentido geral, é a arte de mover o corpo segundo uma certa relação entre tempo e espaço, estabelecida graças a um ritmo e a uma composição coreográfica.

E aí gostou? então não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje e PRINCIPALMENTE SE FOR PARA DEUS!

 

POSTADO POR ADRIANA DUTRA

quarta 03 outubro 2007 13:16 , em Estudos sobre Dança


"Marketing" na Adoração?

Na revista de música batista "Louvor" (Ano 26, Vols.1, 2 e 3, Nos. 94, 95 e 96) foram publicadas as três primeiras partes do artigo "O marketing na adoração", de Eliane Valentim, gerente comercial de uma grande empresa estatal (dela não revelamos o nome para não fazer propaganda ...), que vê as igrejas tratando de administração "de uma forma muito leiga". Para Eliane Valentim, "marketing" é uma religião; fora do "marketing" não há salvação na música de-igreja. Ela imita o marqueteiro católico Antônio Miguel Kater Filho.

Nas igrejas, o problema dos profissionais, especialmente dos mais gabaritados, é querer introduzir técnicas profanas nas atividades religiosas; quando o profissional trabalha em área econômica, sua preocupação é querer lançar e sustentar um produto ou serviço em sua comunidade eclesiástica; no caso, uma música, um cântico, um ritual, uma gravação, ou uma "equipe de louvor", um cantor, um instrumentista, uma "banda", em determinada igreja, vista principalmente como mercado consumidor daquele produto ou serviço.

Para Eliane Valentim, "é imprescindível o conhecimento cada vez maior das pessoas que formam o rebanho", isto é, o mercado consumidor cativo. Ela aconselha que seja traçado o perfil do adorador, isto é, do consumidor; que sejam relidos "alguns conceitos de marketing" e adaptados ao ministério de música em nossas igrejas, tendo em vista "satisfazer as necessidades do cliente", isto é, da multidão de freqüentadores dos cultos, do crente ou incrédulo que assiste a um culto; a igreja é "o cliente".

O marqueteiro pode criar "desejos e necessidades até então não existentes"; ele transforma o supérfluo em necessário. Nas igrejas contemporâneas (as que querem estar "na moda"), a "equipe" e o "grupo" de louvor são expedientes supérfluos que se tornam necessários para conseguir a atenção de suas congregações. Isto acontece porque o canto e a música não são executados em louvor a Deus, mas para entretenimento das congregações.

Para o "marketing", afinal, o consumidor (o assistente do culto) é mais importante do que o serviço religioso (o culto); por outro lado, a mercadoria pode ser mais importante que a pessoa; no culto vale qualquer música, sacra ou profana; se o consumidor deve gostar de "rock" e coreografia, então o marqueteiro da igreja, orientado pelas técnicas recomendadas por Eliane Valentim, procurará criar no crente comum o desejo e a necessidade de dançar no ritmo do "rock"; alguém ainda terá a coragem de escrever que a coreografia é "uma forma de louvar a Deus" (ver: O Jornal Batista, "Cartas dos leitores", 13 jul 03, p.6).

Sem querer discutir questões éticas, teológicas e eclesiológicas, Eliane Valentim informa que uma igreja nova, "antes mesmo de abrir suas portas ... contratou um instituto de pesquisas para descobrir o que seus clientes desejariam ... Então a igreja passou a adotar música contemporânea e brincadeiras, afrouxou seus códigos sobre vestuário e apresentou sermões sobre tópicos como gerenciamento de dinheiro e planejamento familiar".

Eliane Valentim indica as estratégias que adaptam o ministério de música de uma igreja às técnicas de "marketing". A missão desse ministério é condicionada pelos interesses do mercado, dividido em grupos de diferentes necessidades, caraterísticas e comportamentos. Para garantir a aceitação do produto ou serviço, cada segmento do público-alvo é sensibilizado por uma "promoção". Por sua vez, a igreja, que está investindo tempo (comparecimento aos cultos) e dinheiro (entrega de dízimos e ofertas) no ministério de música, quer ver o retorno: uma execução musical compatível com seu gosto peculiar. O ministro de música, orientado pelo "marketing", procurará saber que movimentos e tendências musicais têm surgido nos últimos anos, porque é preciso que a igreja entre "na onda".

Uma das conseqüências negativas do "marketing" é escancarar as portas do templo para o mercantilismo religioso: "estrelas" do canto terão uma boa parte do culto para lançar seus discos; autores e compositores lançarão seus livros e partituras; todo tipo de profissional oferecerá seus serviços na área musical. É muito difícil aceitar a idéia de que há necessidade de aplicar técnicas de "marketing" ao ministério de adoração (que envolve o louvor das vozes e dos instrumentos musicais), porque culto, essencialmente, é ato espontâneo e abnegado. Cada pessoa tem o direito de cultuar a Deus, livre de coações, influências, insinuações, ingerências e sugestões subliminares de uma propaganda mercadológica.

 

POSTADO POR ADRIANA  DUTRA// 

 

OBRA DE ROLANDO DE NASSAU

Rolando de Nassau é organizador do "Dicionário de Música Evangélica" e tem sido, por vários anos, colunista de O Jornal Batista, atuando como um perspicaz comentarista dos rumos que a música evangélica tem tomado. Informações mais detalhadas sobre o autor poderão ser encontradas em http://www.abordo.com.br/nassau/

segunda 01 outubro 2007 13:41 , em Estudos sobre Dança


DANÇA, UM ATO PROFÉTICO

Blog de ministeriodedanca :Ministério de Dança Cristã, DANÇA, UM ATO PROFÉTICO

 

Primeiro o que é um Ato Profético? Vivemos em contato constante com dois mundos, o mundo físico e o mundo espiritual. Do contrário que as pessoas pensam, o mundo físico é que é regido pelo mundo espiritual. Antes das coisas se tornarem física, palpável, visível aos olhos, elas primeiras 'acontecem' no mundo espiritual. Um exemplo básico é que toda ação antes foi um pensamento, não fazemos nada sem antes pensarmos, mesmo que inconscientes.

O Ato Profético é na verdade o exercício da Fé, em Hebreus 11 diz: "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.", assim o Ato Profético é a fusão desses dois mundos, tornar a existência um ato no mundo físico também real no mundo espiritual. Quando Jesus foi curar um cego como descrito em João 9.6: "Dito isto, cuspiu no chão e com a saliva fez lodo, e untou com lodo os olhos do cego", ele tomou barro e cuspiu e passou sobre os olhos do cego, poderíamos conjecturar o seguinte: Somos feito de barro, talvez Jesus tenha colocado aquilo que faltava nos olhos daquele cego. Em Lucas 7.37-38 vemos: "E eis que uma mulher pecadora que havia na cidade, quando soube que ele estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com bálsamo; e estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas e os enxugava com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés e ungia-os com o bálsamo.". Aqueles homens ali presentes não entenderam esse ato de 'desperdício' daquela mulher, mas Jesus sendo conhecedor de todas as coisas compreendeu com firmeza aquele ato profético.

Poderíamos citar tantos outros atos, como sendo verdadeiros Atos Proféticos. Se profetizar com a boca é tornar a existência aquilo que não visível, logo o Ato profético é o mesmo, no entanto usa uma linguagem diferente para fazê-lo, não somente a boca.

A Dança não é apenas um momento contagiante de alegria ou simplesmente um louvor a Deus. A Dança pode, vejam bem o que falei, pode ser um Ato Profético. A Palavra de Deus diz que a boca fala do que está cheio o coração e, não é o que entra, mas o que sai da boca que contamina o homem. Transliterando o texto temos: "O corpo expressa do que está cheio o coração e, não é o que vemos, mas o que fazemos que contamina o homem", ou seja, dançamos do que o Espírito que habita em nós nos ensina, se estamos cheios de outros espíritos que não é o Espírito do Senhor, nossa dança não será abençoadora, portanto não são os movimentos, o estilo de dança, não é aquilo que vemos, mas o que fazemos em espírito que contamina aqueles que nos vêem, amaldiçoando ou abençoando.

João diz no seu capítulo 4, verso 24 que Deus é Espírito, ele vive no mundo espiritual, e é necessários que aqueles que o adoram o adorem em espírito e em verdade. Bem, se quisermos tocar o coração de Deus, nossa adoração deve ser em espírito e também deve ser algo genuíno. Em Espírito, porque temos que dançar de acordo com o Espírito que habita em nós e em Verdade, porque a nossa dança é um ato de 'oferta' e Deus ama ao que dá com alegria. É como se eu ensaiasse o mês inteiro e no dia da apresentação por pensar que sabe tudo, cometer vários erros. Nem sempre sabemos como o Espírito do Senhor nos conduzirá durante a adoração, e o que Ele nos levar a 'dançar', certamente irá edificar aqueles que estão a nossa volta. Mas como disse o Senhor Jesus, seja como crianças, porque delas fluem o perfeito louvor.

Creio que quando conseguimos fundir o mundo físico e espiritual, a dança deixa de ser simplesmente um louvor a Deus e passa a ser um Ato Profético. Todo ato tem resposta, essa resposta pode vir para aquele que dança ou mesmo para toda igreja.

Quero terminar com o Salmo 150 que diz: "Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!", A adoração com danças não é exclusiva de bailarinos e levitas, dançar é bailar, dança é movimento, antes de dançarmos com o corpo, dançamos com a alma. Basta um simples bater de pés e você pode tornar isso em dança, lembra do Sapateado? Portanto adore ao Senhor com sua dança!

Romilson Prado

POSTADO POR ADRINA DUTRA

quarta 12 setembro 2007 11:56 , em Estudos sobre Dança


A DANÇA À LUZ DA BÍBLIA

Blog de ministeriodedanca :Ministério de Dança Cristã, A DANÇA À LUZ DA BÍBLIA

POR ORLANDO CAETANO 

Com exceção da dança de Salomé perante Herodes (provavelmente uma espécie de pantomima de influência romana), os múltiplos casos, exemplos e citações relacionados com a dança na Bíblia nem têm um caráter de sedução lasciva, nem são danças «a solo», exceto a dança (II Sm. 6:14-16; Cr. 15:29) de David, o «homem segundo o coração de Deus», tão respeitado pelo Povo do Senhor, ainda hoje.

Geralmente as danças são expressões grupais: de alegria, divertimento e/ou adoração a Deus.

Nomeadamente no livro de Salmos, há convites bem explícitos para louvar a Deus com danças, como por exemplo em Salmo 149:3, 150:4 (alguns tradutores escreveram flauta em vez de dança!!) .

Algumas outras referências:
Juizes 21:19-23;
I Samuel 30:16;
II Samuel 6:5: “David e toda a casa de Israel dançavam diante de Jeová...”
Salmo 87:7: “Dirão tanto os que cantam como os que dançam: todas as minhas fontes são em ti”;
Cantares 6:13: “Volta, volta ó Sulamita... Porque quereis contemplar a Sulamita, como a dança de Mahanaim?”.
(Tradução Brasileira, das Sociedades Bíblicas Unidas, corroborada pela ISBE, Enciclopédia Bíblica Internacional, vol II, p.1169-1170).

Na parábola do Filho Pródigo, (Lucas 15:25) a dança assume um caráter bastante significativo, não só por ser uma alusão referida por Jesus, o Verbo que atualizou a Palavra de Deus e a personificou (Hebreus 1:1), mas também porque essa parábola ilustra a relação do homem com Deus, e a alegria que existe no céu quando um pecador se arrepende. Ora essa alegria é traduzida de várias formas, sendo uma delas a dança.

Talvez no céu isso aconteça, numa situação como essa e, se assim for, então existem danças no Céu. Os anjos dançam e cantam de júbilo quando uma criatura humana volta ao Lar Paterno! Não estou a afirmar, mas é uma possibilidade! Um dia saberemos ao certo, na Sua divina presença. Aleluia!

É também de salientar que a dança fazia parte da vida corrente, entre os judeus, e até dos jogos infantis, como lemos em Mateus 11:17 e Lucas 7:32.

Perante o que lemos na Bíblia, a dança é uma expressão de alegria, de festa, de convívio e de adoração a Deus. É de lamentar que, entre os cristãos evangélicos, se dance tão pouco.

Claro que, em todas as práticas, inclusive as artísticas, há sempre o bom e o mau. Existe má literatura, mas continuamos a ler bons livros. Existe má fotografia, mas continuamos a tirar e a ver fotografias. Existe má pintura, mas continuamos a pintar e a apreciar as artes plásticas. Existe mau cinema, mas continuamos a valorizar grandes obras cinematográficas. Existe mau teatro, mas também há bom teatro; má escultura e boa; péssimos programas de televisão e outros excelentes, etc..

“Examinai tudo, retende o bem”, aconselhou o apóstolo Paulo (I Tess. 5:21).

E podíamos dizer ainda que, infelizmente, dentro das igrejas também existe o bom e o mau. Há pessoas sinceras e outras hipócritas, há cristãos honestos e outros que o não são, e há também muita vaidade, muita maledicência, muita falsa santidade, muita inveja, muito fanatismo...

Ao Senhor e só a Ele compete separar o trigo do joio.

Por isso, irmãos, se sentem o desejo de cantar, cantem! Se sentem o desejo de tocar, toquem. Se sentem o desejo de dançar, dancem... desde que em tudo o que façam não haja maldade, mas sim um espírito são, de alegria, de comunhão, de louvor a Deus, ou de simples diversão saudável, comunicativa!

Eu próprio tenho dançado, nomeadamente em festas de alunos meus, a seu convite, em ambiente de são convívio.

Voltemos à Bíblia. Dancemos!

POSTADO POR ADRIANA DUTRA

Webmaster: montesiao@montesiao.pro.br

segunda 10 setembro 2007 12:28 , em Estudos sobre Dança


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